domingo, 1 de fevereiro de 2026

Bora ver evento da UNIVERSAL na Fundação CASA.

 Bora ver evento da UNIVERSAL na Fundação CASA.




















Neste último domingo, foi realizado no clima de muita alegria uma grande festa para os jovens e famílias da Fundação CASA UI-São Paulo, foi montada uma mesa no meio da quadra com muitos arranjos de flores e deliciosos bolos preparados pelos voluntários da UNIVERSAL com muito amor e carinho, uma festa que vai ficar marcado para os jovens e famílias e os funcionários da Fundação CASA São Paulo. O evento contou com a presença da primeira tecladista da UNIVERSAL a cantora Cristina Miranda junto com a cantora Caroline dos Santos cantou lindos louvores para adorar e glorificar o Senhor Jesus contagiando a todos os presentes. Logo em seguida o grupo do teatro fundação CASA apresentou a peça (A Morte) conta a historia de um homem, que só pensava em trabalho, mas quando se deparou com a morte, muda completamente seus conceitos, na seqüência o pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na Fundação CASA de São Paulo da uma palavra de fé para os jovens e família citou o livro (I João 1:9) “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” e explicou que existe a justiça e a injustiça, a justiça é de Deus e a injustiça é do diabo e que vocês sofrem uma injustiça colocada pelo mal e que esse mal entrou em suas vidas fazendo cada um de vocês serem injustiçado e que o problema de seus filhos é extremamente espiritual e que para poder ter a justiça de Deus é necessário entregar totalmente a vida para o Senhor Jesus porque só através da fé no Senhor Jesus pode haver uma libertação de toda ação do mal, logo em seguida o voluntário Fabio conta o seu testemunho quando estava na criminalidade e como ele foi liberto da ação do mal e hoje tem a sua vida totalmente transformada, depois o voluntário Nelson conta também o seu testemunho quando vivia na vida errada e que só através da fé no Senhor Jesus hoje ele é liberto e feliz, na seqüência o voluntário Laudelino relata o seu testemunho que ele tinha um ódio que não conseguia controlar das pessoas, havia uma vontade incontrolável de matar, mas quando ele aceitou o Senhor Jesus ele foi liberto de todo mal que colocava aquele ódio incontrolável e que hoje ele tem paz no seu coração e que só o Senhor Jesus pode dar a ele a verdadeira paz e a verdadeira felicidade, logo em seguida o voluntário Walter conta o seu testemunho quando vivia na vida do vício e que só através da fé no Senhor Jesus se libertou de todo vício causado pela força do mal e que hoje ele tem uma vida transformada e liberta. Na seqüência o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários convida os jovens e os familiares a fazerem de mãos dadas um circulo de oração no meio da quadra da fundação CASA São Paulo e faz a oração da fé para que os jovens e as famílias tivessem uma libertação de toda ação do mal. Depois leva todos os presentes a se arrepender dos pecados e entregar a suas vidas para o Senhor Jesus. Na seqüência a festa ficou ainda mais animada quando foram servidos muitos bolos e refrigerantes e sorvetes para todos os jovens e famílias e funcionários da fundação CASA São Paulo, logo em seguida a competição do jogo de futebol UNIVERSAL contra a Fundação CASA finalizando o evento, todos os funcionários da Fundação CASA agradecem pela visita dos voluntários da UNIVERSAL.

sábado, 6 de dezembro de 2025

A origem do natal

 A origem do natal




O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.

Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e em organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de suab morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.


Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o menino Jesus, principais de adoração católica.


A veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.


A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Natal

 A origem do natal




O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.

Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e em organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de suab morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.


Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o menino Jesus, principais de adoração católica.


A veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.


A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.